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SEMINÁRIO

PSICANÁLISE CLÍNICA - O QUE
FAZ UM PSICANALISTA?

Me. Marco Leite

Este seminário pretende capacitar os participantes, partindo de uma construção teórica, embasada em Freud e Lacan, a exercerem com rigor e ética a práxis da Psicanálise nos dias atuais. Para tanto, iremos nos debruçar sobre a clínica psicanalítica, sua história, teoria e sua atualidade.
 
O que é e o que faz um analista? Quais os aspectos práticos de uma análise? Como se dá o início da análise, o divã, a construção de uma demanda e sua diferença em relação à queixa, o percurso do tratamento e seu fim? Todas estas questões serão tratadas à luz da teoria de Freud e também de Lacan juntamente com as recentes descobertas no campo das neurociências.
 
Com um conteúdo teórico riquíssimo e ilustrado a partir da apresentação e discussão de casos clínicos, esperamos que este seminário seja um divisor de águas a todos os que estiverem neste percurso conosco. 
O seminário de 8 meses será ministrado pelo psicanalista Marco Leite, Mestre em Psicologia pela UEM, coordenador geral da Especialização em Fundamentos da Psicanálise: Teoria e Clínica do Instituto ESPE, com mais de 10 anos trabalhando a clínica e a formação de analistas por todo o país.

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PORTAL DE ENSINO

Os inscritos terão acesso exclusivo ao portal de ensino do Instituto ESPE

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CERTIFICADO

Certificado de conclusão de 30 horas/aula para os alunos que participarem do curso

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

• Disponível – O que é a Psicanálise? 

Quais as diferenças entre a psicanálise, as psicoterapias e a psiquiatria? Qual seu objeto, seu método e sua ética? Quais os efeitos esperados de um tratamento psicanalítico? Para quem a psicanálise é indicada?

•  Disponível - A Transferência e seus tempos

O que é a transferência? Quais as bases científicas e epistemológicas deste conceito? Transferência de quê a qual lugar? A transferência do início do tratamento a seu fim com a queda do Outro seria sempre a mesma? O Sujeito suposto Saber e a função do analista

• Disponível - O Método clínico em Freud e em Lacan

Que uma análise tem um começo, meio e fim, isso está posto, mas como verificar isso teoricamente? O que podemos chamar de uma análise e em quê ela se diferencia de uma psicoterapia? Quais as regras que sustentam nosso ofício? Qual é o método desenvolvido por Freud e que seguimos até os dias de hoje? Qual o lugar que o analista ocupa do começo ao fim de uma análise? O que deveríamos verificar ao fim de análise?

• 02 de julho - Elaborar - o trabalho do inconsciente

O que é o analista? E o analisante? O que se elabora em análise? O que se elabora em análise? Elaborar é produzir um trabalho, mas, de quê e a que fim? O analista é objeto, Outro ou semblante? Qual o estatuto ontológico do analista? E do sujeito? Afinal, quem analisa o quê?

• 06 de agosto - Os quatro discursos e a entrada em análise

A psicanálise é uma praxis onde o inconsciente é produzido, mas o que isso significa? Além do inconsciente o analista, podemos chamar ele também de um discurso? O que é um discurso? Qual a relação da psicanálise com os laços sociais? Como formalizar um percurso analítico a partir do que Lacan nos evidenciou com seus quatro discursos? Por que, ainda nos dias de hoje, se torna importante para a clínica que o analista seja um operador discursivo?

•  03 de setembro - Ética e desejo em Psicanálise

Falar de ética é diferente de falar de moral, quais suas definições para Lacan? Lacan devota um seminário inteiro de obra para este tema e, ao final, insiste que desejava retornar a ele, o que isso significa? Se o desejo é fruto da castração, como podemos relacionar ele com a ética e, mais ainda, com a posição que o analista ao exercer esta função? O que seria o desejo de analista e em que ele se difere do desejo do analista? É possível uma psicanálise fora do campo de sua ética própria?

• 01 de outubro - Os fins de análise e o Sinthome

Pensar em Fins de análise implica em pensar e trabalhar por diferentes momentos históricos da constituição da teoria da clínica psicanalítica. Se em determinado momento temos que era Freud quem dizia o que seria o fim de análise, em outro momento, com ele ainda vivo, a IPA estabelece outra coisa. Lacan então, uma terceira e posteriormente uma quarta. A questão que devemos nos colocar é que, talvez elas não devessem serem pensadas como excludentes, mas como um caleidoscópio. Por onde olhar para verificar que uma análise chegou a um fim? Qual a posição do caleidoscópio nos forneceria bons elementos para nos certificar que uma análise chegou ao fim? Aqui uma dica: uma imagem sem precedentes na história, a produção de um analista.

•  05 de novembro - (Dê)formação em palavras

O que se forma quando fazemos psicanálise? Podemos ainda falar em formação quando se trata de uma produção singular e irredutível? Quando emparelhados predicado e sujeito, o que encontramos e que podemos predicar de analista? Seria o analista mais um predicado como os outros? Seria um predicado outro? Seria o analista uma posição diante do ser de gozo, da falta e do desejo? Um significante novo?

METODOLOGIA

As aulas online serão ministradas ao vivo, das 09:00 às 12:00, via Zoom pelo psicanalista Me. Marco Leite e ficarão gravadas e disponíveis no portal de ensino do Instituto ESPE. Os alunos matriculados terão acesso ao portal de ensino por 90 dias após a conclusão do curso. A plataforma conta com centenas de cursos, aulas e lives extras disponíveis, contabilizando mais de 300 horas/aula de conteúdo, além de diversas ferramentas de interação com os docentes e alunos matriculados.

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DÚVIDAS

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ANALISTA DOCENTE

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Marco Leite

Psicanalista, graduado em psicologia pela UEL, Mestre em psicologia com ênfase em psicanálise pela UEM. 

Coordenador Geral das Pós-graduações em Fundamentos da Psicanálise: Teoria e Clínica pelo Instituto ESPE. Autor dos livros "Ainda há Amor?" pela editora Juruá,  "Psicanálise nas Redes" pela editora Literatura em cena e também de diversos artigos que versam sobre psicanálise, saúde mental e contemporaneidade. Ministra diversos cursos, seminários e grupos de supervisão em todo o Brasil.