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O Real em Lacan

Lacan vai abordar, em vários momentos de seu ensino, o Real como um dimensão indispensável para bem localizarmos o que vem a ser uma subjetividade marcada pela falta e, portanto, pela incompletude sob diversos aspectos: o limite das possibilidades da linguagem (limite quanto a produzir significações e entendimentos dizíveis sobre a nossa existência), o alcance do conhecimento (sobre o mundo, sobre nós mesmos), a extensão da verdade (levando-nos a lidar, sob os mais diversos aspectos da vida, com uma verdade que não se totaliza cabalmente). Esta dimensão é imprescindível para bem localizarmos o que vem a ser o âmago da prática psicanalítica: uma práxis convergente com um sujeito de desejo que tem sempre a possibilidade de reinventar algo de sua existência, por mais densa e inexorável venha a ser a sua relação com a realidade.




 


DICAS DE LEITURA PARA APROFUNDAMENTO BIBLIOGRÁFICO:


LEITE, Sonia. A angústia. Rio de Janeiro: Zahar, 2011


SOUZA, Neusa Santos, HANNA, Maria Silva G.S. (orgs.). O objeto da angústia. Rio de Janeiro, Letras, 2005.


RABINOVICH, Diana S. Clínica da pulsão; as impulsões. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2004.


NASIO, Juan David. Por que repetimos os mesmos erros. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.


NASIO, Juan David. Os sete conceitos cruciais da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989



 

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